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Jenne wird sich mit Sicherheit daran errinnern können - ich auch.Für Jenne bestimmt keine Unbekannten:Sie müssen registriert sein, um bestimmte Links zu sehenaus Cascais mit nem echtem clássico ...![]()
SAIR.
Aos sábados de manhã, a Feira da Ladra servia de ponto de encontro. Trocavam discos, criavam-se cumplicidades, arranjavam-se mais membros para a banda. "Vinham pessoas de Lisboa e arredores", recorda João Pinto. "Falava-se de discos, roupas, das viagens que se sonhava fazer a Inglaterra. Era ponto de passagem antes de irmos às 'matinées' da Rockhouse." Fernando Nabais refere o Chiado e a Av. de Roma como poisos habituais. "Parávamos nos cafés do Chiado. Também na Av. de Roma, no Vá-vá. Era lá que parava o pessoal dos Heróis e da Sétima, que ensaiavam no prédio em frente. De vez em quando, à tarde, ensaiavam no terraço e aparecia também o Zé Pedro e o Cabeleira dos Xutos."
As memórias de Rodrigo Leão não são diversas: "Andava a estudar no Liceu D. Leonor. Ouvíamos música em casa uns dos outros, íamos ao cinema às famosas sessões do Quarteto, da meia-noite às cinco. À noite íamos para o Bairro Alto, para as tascas, como o Gingão, a Tia Alice e, claro, a Juke Box e o Frágil."
À noite, a Rockhouse, o Café Concerto, a Ocarina e o Frágil funcionavam como pontos de encontro. À porta da Rockhouse estava Zé da Guiné, lá dentro os corpos movimentavam-se ao som de "Transmission" dos Joy Division ou "Temptation" dos New Order. Na cabine de DJ, Fernando Nabais. "Comecei como cliente, ia às 'matinées', gostava da música e tornei-me amigo do DJ Bruno. Estava sempre a chateá-lo para ele me dizer o que estava a tocar e, a certa altura, convidou-me a pôr música. Passava Joy Division, A Certain Ratio, Teardrop Explodes - a 'pop das gabardinas' como o MEC lhe chamava - e também aquelas coisas que os influenciavam, como Velvet ou Doors. Mais tarde, passei Rip Rig & Panic ou Pig Bag."
Entre os clientes, gente da música, moda e artes. "Era um público exigente que não saía só aos fins-de-semana. Estavam em cima dos fenómenos em Inglaterra e preparavam-se para a noite. Sair era um ritual. Recordo-me do António Variações, do Al Berto, do Lima Barreto, dos músicos dos Heróis do Mar antes da formação do grupo, do Rui Reininho quando viveu em Lisboa... À conta dessa aura, passavam por lá também os músicos estrangeiros, como o Vini Reilly ou os Echo & The Bunnymen."
VESTIR.
Não eram só os discos que interessavam que eram difíceis de encontrar. Também a roupa exigia imaginação. "Vestíamos roupa em segunda mão. Fornecíamo-nos na Feira ou nas Madames Bettencourt e Irene. As pessoas vestiam de preto, beije, cinzento, azul e castanho.Os sapatos eram um drama, tínhamos que pedir a alguém que fosse lá fora", explica Fernando Nabais.
As gabardines eram fundamentais, mas não eram o elemento-chave. "O principal era, a partir de um elemento comum, atribuir-lhe um cunho de diferença", diz João Pinto. "Claro que era uma diferença partilhada, porque se não fosse assim não fazia sentido. Às vezes bastava um pormenor, como a camisa totalmente abotoada, um crachá, um penteado, para surgir identificação. O sentimento de pertença passava por aí. Mais tarde começaram a surgir designações como 'urbano-depressivos' ou 'vanguardistas', mas sempre me pareceu redutor. O que existia era gente, diferente entre si, que ansiava por algo de diverso, mesmo se, depois, por reacção, negasse esse período. O que é natural."
António Sérgio partilha da mesma visão: "Não foi o meu caso, mas naturalmente quando nascem fenómenos deste género existe um acompanhamento no modo de vestir. Recordo-me de ver um concerto no pátio de Belas-Artes com a Sétima e os Croix Sainte e de olhar à volta e ver tudo de cinzento. Parecia-me soturno de mais, afinal aquilo era música pop."
Música pop que organizava o que vinha de trás - Velvet, Doors, Can, punk - e que prenunciava o que viria a seguir - dança, hip-hop, dispersão, reciclagem, ambiguidade. Um período-charneira que em Portugal se veio a revelar decisivo para a implantação de novas formas de olhar.
Ein kleines Ratespiel: Wie hiess (oder heisst) das weltberühmte Getränk in der Bar "Tia Alice" no Bairro Alto in Lissabon?
Schade, das... So habe ich meine "Lisboa" in der Zeit zum Teil erlebt ...
Sorry ich vergass den Namen der Bar zu schreiben, die Bar heisst "Arroz Doce" Gibt es sie noch? Wenn ja kann man dort noch dieses Weltberühmte Getränkdrinken?
hallo g,... die Bar heisst "Arroz Doce" Gibt es sie noch? Wenn ja kann man dort noch dieses Weltberühmte Getränk drinken?
hallo g,
das weltberuehmte getraenk heisst 'pontapé na cona', also 'tritt in die fotze'
hiAlso ich habe gehört, dass das Getränk von Dona Alice erfunden wurde und ganz ordinär heißt : pontap'e na cona. Tritt in die Muschi
Richtig?
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Hallo Henry ,dass scheint zu stimmen, aber ich war schneller, ätschi bätschi
Schade, dasSie müssen registriert sein, um bestimmte Links zu sehenwird in dem Artikel nicht erwähnt. War mein Laden in den frühen 80igern, wenn es um gute Musik, tolle Frauen und die Kante geben ging ... Kanntest Du den Laden, Garota ? Gibt es wohl heute noch.
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